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dilemas

Quantas vezes nos deparamos com a necessidade de fazer escolhas imensamente difíceis?

Sabemos que não podemos livrar-nos delas. A vida é mesmo assim, recheada de momentos em que uma decisão, uma palavra ou uma atitude podem mudar toda a nossa vida. A diferença entre o ir e ficar parece tão simples. E no entanto, nada parece ser mais difícil.

Porque há escolhas que mexem não só connosco, mas com outros. Pensar naquilo que é melhor para a nossa sanidade mental, pode colidir com aquilo que os outros querem ou precisam. Esta situação é bem visível quando falamos de separações com filhos. Sentimo-nos egoístas por querermos ser felizes e entramos num beco sem saída porque o peso de se ser responsável pelo que consideramos ser o sofrimento de alguém torna-se muito doloroso. E acontece escolhermos aquilo que não queremos para que os outros fiquem felizes. Ou pelo menos, achamos nós.

Se esta escolha vier de um lugar no coração que encontre compensações numa opção contrária àquela que acredita querer e que inclua amor em doses suficientes para lhe dar paz de espírito, então está tudo bem.

Agora, se a escolha trouxer contrariedade em nome de uma paz exterior que sabe não vai chegar até si, o preço a pagar pode ser alto demais. Porque não vai estar no seu melhor. Vai sentir-se mal, pesada, frustrada, claustrofóbica, mal humorada ou até mesmo, amargurada. Já viu bem a companhia que vai ser para aqueles que quer ver felizes? Quando se aperceber disso, vai ainda acrescentar a esta lista, o sentimento de culpa.

Por isso, pergunte a si mesma antes de escolher.

  1. Onde está o meu coração?
  2. O que fala mais alto dentro de mim?
  3. O que me diz o meu corpo?

Acredite, é nestas respostas que se encontra a melhor decisão. Seja o que for que decidir, esteja bem consciente de que vai sempre ganhar e perder.

Onde se sentir mais forte, estará a sua luz. E onde estiver a sua luz, estará o seu exemplo. E onde estiver o seu exemplo, e esse exemplo for coerente consigo, estará o seu caminho.

Uma Leitura da Aura pode ajudá-lo a situar-se. O Coaching Pessoal a fazer consigo o caminho até à meta. E o Reiki a acalmar a ansiedade que poderá estar presente durante o processo.

Abraços bons.

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antipatia

Aqui há uns tempos, conversava com uma amiga à porta da sua loja. Ela queixava-se de que o negócio não ia tão bem como ela esperava. Que as pessoas entravam, gabavam mas não compravam. Que passava ali muitos dias sem faturar nada de especial. Em suma, a coisa não estava a correr bem e ela estava a desanimar.

Nesse instante, chega um conhecido meu, daquele tipo de pessoas que diz tudo o que tem a dizer. Doa a quem doer. Orgulhosamente bruto. E como todos os orgulhosamente brutos, fala alto. Faz muitos gestos. Nunca ri com vontade, quanto muito faz um sorriso dúbio, que acompanha na perfeição um olhar brilhante inevitavelmente trocista. Mas claro, sempre simpático.

Apresentei-o à minha amiga. Quando o conhecera uns dias antes, disse-me que a loja dela era a mais gira do bairro. Vindo dele, achei um tremendo elogio que me apressei logo a transmitir à felizarda.

Então no dia em que a minha amiga estava particularmente em baixo, chega o meu conhecido. Fiquei toda contente, acreditando tratar-se de um encontro divino. A luz que ela precisava naquele momento. O Senhor Hiper Crítico gabara a sua loja. Qual Estrela Michelin do Retalho! Acreditava profundamente que a frontalidade dele iria resultar num valente estímulo para ela. Que a iria fazer sorrir, porque estas pessoas normalmente têm um bom sentido de humor. Mesmo sendo a maior parte das vezes, cáustico.

Assim que os apresentei, feliz da vida que eu estava, ele perguntou-lhe simpaticamente pelo negócio. Até aqui tudo bem. Ela respondeu, em tom desalentado: “Isto é difícil, sabe? “. “Vá, diz-lhe qualquer coisa que a anime. Diz aquilo que disseste sobre a loja.”, pensei eu, apertando os dedos quase  os esmagando.

E eis que ele se sai com esta: “A primeira coisa que você fez mal foi abrir a loja nesta rua”. Silêncio. Reparem, “a primeira coisa”. Dava pois a entender que, aquela pessoa a quem ele mal conhecia, só fazia asneiras. Porque se aquela foi a primeira, estava visto que ele se preparava para tecer uma longa lista de incompetências cometidas pela minha destroçada amiga. Vejo-a a baixar os olhos, entre o envergonhado e o cansado. Sim, porque estas pessoas dão sempre a impressão que dominam todos os assuntos.

Despedi-me dos dois e fui-me embora. Para mim, já chegava. Pensei que ele se iria embora também. Que cairia nele. Voltei a falhar. Para mim, a segunda coisa que fiz mal.

Quando passei de novo pelo local, dou com ele a gesticular imenso já dentro da loja, de costas viradas para a rua e ela, a minha pobre amiga, com um semi sorriso, a olhar ansiosamente para a porta, claramente a tentar encontrar uma forma de correr com ele dali.

Talvez ela tenha aprendido que nem sempre devemos dizer toda a verdade. E talvez ele possa ter aprendido que não custa nada elogiar antes de fazer um reparo. Ou talvez não tenha aprendido nada. Eu aprendi que a frontalidade é quase sempre indelicada. Por isso, diante das circunstâncias, o melhor foi rir daquilo que me pareceu à distância uma cena de um filme do Woody Allen. Mais tarde, rimos as duas. Menos mal.

Um processo de Coaching Pessoal pode ajudá-lo/a a converter a alterar um comportamento que sinta estar a prejudica-lo. E a Leitura da Aura a tomar consciência dele, limpando a energia a ele associada.

Abraços bons.

distraido

Hoje tive um sonho e acordei a debater comigo mesma esta questão. Os sonhos trazem-nos pistas e estas desvendam mistérios. E foi isso que aconteceu através das historias que o meu inconsciente me trouxe enquanto eu dormia.

Já nos aconteceu a todos quando estudávamos ter aulas mais chatas nas quais nos distraíamos. Ainda pode acontecer em cursos ou palestras que tenhamos que assistir. Temporariamente conseguimos estar onde bem entendermos, sonhando acordados ou fazendo planos, sem contudo sairmos do mesmo sítio. Os outros notarão a nossa presença e, quase sempre, a nossa ausência. Porque os olhos distraídos são inexpressivos para o presente, mas refletem outro foco de atenção, não partilhada pelos outros. Queremos disfarçar, mas não conseguimos. Sabemos que não.

Neste caso, o alheamento voluntário leva-nos a aguentar circunstâncias que nos estão a aborrecer. E aqui, a distração é a consequência desse mesmo alheamento.

Mas há outras ocasiões em que optamos voluntariamente por ele. Escolhemos mantermo-nos desinformados, distantes, ignorantes. Por uma questão de defesa pessoal encontramos uma forma de viver que acreditamos nos trazer liberdade. Quando, na verdade, ela está condicionada a espaços por nós definidos, não necessariamente os reais.

Em muitas circunstâncias, pode ser salvador. Escolher um mundo à parte para viver, ajuda-nos a lidar com a dor de uma vida que sentimos nos estar a ser negada. Agora, se nesse lugar onde nos refugiamos com a nossa fantasia conseguirmos encontrar motivação para superar o que nos sufoca, então saltamos do alheamento para a concretização, sem passar pela distração.

Mas, se nos perdermos nesses lugares imaginários, podemos distrair-nos da vida. Então perdemos o lugar quando deveríamos estar atentos e prontos para as oportunidades. E isso exige de nós competência, segurança, amor e conhecimento daquilo que nos rodeia. O alheamento na justa medida é importante, saudável e regenerador. Quando se torna permanente leva-nos à preguiça, à frustração e à tristeza.

A distração na vida não é a mesma coisa que viver distraído. Saibamos pois ir e voltar dos nossos sonhos. Distraídos qb, alheados ainda mais qb.

Porque a grande sabedoria é conseguirmos tirar partido de todos os lugares, dentro e fora de nós. Não é fácil, mas é neste mundo que vivemos. E é ele que temos a responsabilidade de transformar num lugar melhor.

E assim acabou uma noite em que o alheamento dos sonhos me iluminou a realidade. Espero que, de alguma forma, a sua também.

A Leitura a Aura ajuda-nos a olhar para nós mesmos de uma forma mais motivadora; O Coaching que se segue, a arrumar a casa. E o Reiki a equilibrar as nossas emoções.

Abraços bons.

amigo vai embora

A vida é uma sucessão de perdas e ganhos. E, apesar de os ganhos nos saberem muito bem, as perdas podem doer a um ponto que não demos conta deles. Sobretudo quando essas perdas incluem amigos que outrora foram importantes e que acabam por afastar-se silenciosamente das nossas vidas.

Algumas amizades morrem gradualmente e raramente o seu fim é verdadeiramente assumido pelas partes, sobretudo q,uando foram íntimas. Por isso soa a abandono, indiferença ou mesmo traição. Não se tratam as amizades com o mesmo grau de compromisso que as relações amorosas. Quem abandona parte do princípio que a sua ausência não vai ser assim tão notada. Porque está noutro lado já e nem pensa muito no assunto.

A verdade é que a identificação com as circunstâncias dos outros pode não ter a ver com o afeto que temos por eles. E vice versa. Simplesmente acontece haver alturas em que as vidas deixam de ser compatíveis. E o tempo, como limitado que é, passa a ser gerido de acordo com prioridades que se reduzem ás empatias do momento. E ninguém está certo ou errado. Custa-nos que os velhos amigos não respeitem as nossas transformações interiores, tal como lhes deve custar quando também nós não mostramos capacidade para o fazer. E isso acontece, não adianta dizer que não. Compreender o outro vai muito para lá da amizade. A verdadeira empatia implica saber o que ele está a passar ou a sentir e para isso não basta a vontade. É preciso a experiência.

O tempo é ingrato, sem dúvida. As ausências prolongadas geram esquecimento. Mas as amizades verdadeiras resistem às fases e aparecem quando são necessárias. Mesmo que a assiduidade mude, o sentimento não morre. Apenas adormece. Mas quando uma amizade morre, só nos resta arrumar a sua memória no coração e agradecer pelo bem que nos fez enquanto durou.

Amigos sem raízes perdem-se. Amigos com raízes, mesmo que os galhos sequem, nunca morrem.

Essa é a diferença.

Se sente que ao olhar para a sua vida, vê mais perdas do que ganhos, há um trabalho interior a fazer relativamente às expetativas que pode estar a colocar nas suas relações sociais. Um trabalho de Coaching Pessoal pode ajudar, juntamente, ou não, com uma Leitura da Aura.-

Vamos deixar partir quem já não quer estar. Ou então partimos nós, quando o esforço começar a ser doloroso. Salvemos os afetos que um dia tivemos. E deixemo-nos ir para outros lugares com quem estiver ao nosso lado. A vida não pára. Não sejamos então nós a parar por ela.

supermulher

Se calhar você é a típica pessoa que está sempre disponível para os outros. Ou tem alguém na sua família ou no seu grupo de amigos próximos que nunca falha quando alguém precisa.

Em todos estes casos estamos diante de pessoas decididas, fortes e despachadas. São sempre elas que avançam quando os outros recuam. Aceitam fardos como destinos e sacrificam a sua própria vida em nome daquilo que consideram ser a sua obrigação.

Olharem para si mesmas em primeiro lugar, parece-lhes egoísmo. Mas pensar numa solução intermédia que as alivie, mas que exija também da pessoa ajudada alguma cedência, já lhes parece abandono. São capazes de gestos de uma grandiosidade imensa, de uma disponibilidade fora de série. Mas quanto maior for a sua capacidade de entrega, maior é o julgamento a outros por aquilo que não são capazes de dar ou fazer. Não se apercebem que acabam por desenvolver uma certa intolerância que é precisamente um valor que defendem com unhas e dentes.

As pessoas que ajudam muito os outros têm uma resistência acima da média e assumem encargos por vezes bem pesados. E por isso não se dão ao luxo de cuidarem de si como gostariam, mas também não deixam que os outros o façam. Porque raramente estão à altura daquilo que esperam deles. Tornam-se, pois, imensamente críticas e julgadoras, sem se aperceberem e é difícil deixá-las contentes.

A questão que se impõe é a seguinte: porque ajudamos os outros? Sentimos entusiasmo, amor, alegria quando decidimos ajudar? Ou, por outro lado, sentimos um fardo, falta de vontade, injustiça e sacrifício desmedido? Nada está certo ou errado. Só temos de ser honestos connosco e agirmos em conformidade. Nem sempre temos bons sentimentos, o que não nos torna más pessoas.

Se você é uma destas super mulheres que se oferece para atos para os quais não se sente intrinsecamente motivada, pense bem antes de avançar. Fique só enquanto o coração estiver lá, porque estará inteira. A partir daí, abra-se a outras possibilidades que a libertem, sem abandonar ninguém. Vai ver que elas surgem, se aceitar também que outros possam ajudar na medida das suas possibilidades.

Acredite, pessoa que gosta de ajudar os outros, o seu valor é imenso. Tão bom tê-la na nossa vida, sempre o nosso braço direito! Mas aceite a sua vulnerabilidade, a sua humanidade. E verá que tudo acaba por correr bem.

Abraços bons.

Uma Leitura da Aura ajuda-o a tomar consciência do que se passa dentro de si; o Coaching Pessoal a alterar os seus comportamentos e o Reiki a ganhar paz durante o processo.

farrusco vagabundo

Lembro-me da primeira vez que o vi. Parecia um cão assustadiço, feioso, olhos baços, cheio de medo das pessoas. Aparentava já não ser novo. Estava visivelmente cansado, maltratado, faminto. Foi assim que o vimos chegar à quinta onde vive parte da minha família. E foi o meu irmão que ele escolheu para o acolher. Literalmente. Instalou-se no tapete da sua entrada e por lá ficou. O meu irmão cuidou dele e aos poucos fomos assistindo àquele velho cão ganhar vida. Mas sempre colocando-se à parte como se não ousasse fazer parte do cenário onde tinha pedido para entrar. Desparecia de vez em quando e voltava uns dias depois com toda a naturalidade. Deixava-se acarinhar por quem ele sentia que gostava dele, mas nunca se entregava totalmente. Parte do seu corpo ficava alerta, como se a qualquer momento pudesse perder aquilo que lhe sabia bem. Era um sobrevivente e tinha por isso bem presente que nada era eterno, sobretudo o que era bom. .

O Farrusco Vagabundo, como passou a ser tratado, era um cão agradecido. Como vadio que era, em casa não entrava mesmo sendo convidado, no canil que tinha sido preparado cuidadosamente para ele, também não ficava. Então dormia todos os dias no tapete de entrada da casa do meu irmão. Fizesse chuva ou fizesse sol. Sabia qual era o seu lugar e não abdicava dele. Estava habituado a contar só consigo, a dormir onde calhava e a comer o que podia. Só não sabia o que era receber afeto. Isso claramente não sabia. E foi ali que ele encontrou esse lugar, brincando com os netos do meu irmão quando podia, escondendo-se discretamente a maior parte do tempo, mas sempre reagindo ao seu nome quando por ele chamávamos. E eu fazia-o sempre que chegava à quinta. Lá vinha ele, timidamente, aproximando-se só quando eu me punha do tamanho dele e lhe falava suavemente. Mergulhava o focinho nas minhas pernas e deixava que eu lhe fizesse festas e mais festas. Quando outro cão se aproximava para tomar o lugar dele, o Farrusco afastava-se. Não queria confusões. Percebia-se que se recolhia quando lhe cheirava a confusão. O corpo dele cheio de sinais de golpes e costuras, adivinhava outros lugares onde a vida não lhe correra tão bem.

O Farrusco era feliz ali. Era mesmo. Até ao dia em que o meu irmão teve de se ir embora. Na quinta, havia quem lhe desse comida todos os dias. O Farrusco não era um cão de casa, muito menos de cidade. E foi ficando por lá, talvez à espera que o meu irmão voltasse. E ele voltava sempre, mas não em permanência. Então, começou a afastar-se por períodos cada vez mais longos da quinta. E uma vez em que o meu irmão estava lá a passar uns dias, o Farrusco veio literalmente despedir-se do seu protetor ao longo de três anos tão felizes para ele. Passou uma última noite no tapete de sempre e foi-se embora pela manhã, libertando o meu irmão naquilo que identifiquei também como um gesto de amor e de sobrevivência.

A mim dói-me o coração por não o poder ter comigo. Mas sei que o amor também deve compreender que nem todos aqueles de quem gostamos se adaptam ao nosso mundo. O Farrusco era um cão de rua e do campo. Nem eu nem o meu irmão podíamos ter feito outra coisa. Decidiu partir quando sentiu que chegara a hora. Desejo agora que o afeto que recebeu durante aquele tempo lhe tenha dado força e confiança para continuar a sua caminhada.

Talvez volte um dia para fazer uma visita. Desejamos todos que o faça e que venha feliz. Que Deus permita que assim seja!

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Às vezes ter um objetivo e lutar por ele é o nosso alento. Estudamos, preparamos terreno, focamos nele toda a nossa energia. E é tão bom tudo aquilo que se movimenta em nós. A adrenalina, o poder, a capacidade que ganhamos de ver o futuro com o maior otimismo. Temos um sonho e lutamos por ele. É o que a vida nos pede. É o que lemos em todo o lado como a fórmula certa para a felicidade. E nós sentimo-nos lá, nesse lugar onde o melhor da vida nos espreita finalmente. E nada mais parece importar.

E de tanto lutar, conseguimos. E sentimo-nos tão felizes, cheios de força, acarinhados por todos aqueles que gostam de nós.

Mas depois, chegam outros dias. E com eles as críticas, os imprevistos, a exigência de estarmos fortes e à altura do lugar onde nos colocámos. Será que nos sentimos preparados?

Qualquer objetivo alcançado fez desenvolver em nós talentos, competências, atitudes que nem julgávamos possíveis. E isso eleva-nos de um lugar para outro. Passamos a ser vistos de outra maneira. Então o que nos faz esquecer de tudo isso e escorregarmos para lugares frágeis que nos tornam inseguros?

Damos connosco a acreditar menos no olhar de admiração dos outros e mais em medos antigos. Sem nos apercebermos de como eles perderam terreno. Em vez disso, fugimos para trás deles, para um lugar distante onde os julgamentos doíam, e atiravam-nos ao chão de todas as possibilidades.

Então surge o conflito. Entre quem formos e em que nos tornámos. As críticas, os ataques, as indiferenças, as troças gritam numa voz sem tempo, obrigando-nos a uma escolha. Quem nos vai defender? Quem está mais preparado para o fazer? Nós que alcançámos um sonho? Ou nós que vivíamos à mercê dos sonhos de alguns “outros”?

Talvez seja preciso fazer alguma coisa para nos lembrarmos de onde realmente estamos. Despedirmo-nos de quem formos. Aceitarmos a coragem e a paixão que nos vestiram ao longo da viagem. E preparamo-nos finalmente para tomar o lugar na hierarquia da nossa vida, com humildade e orgulho nas doses certas.

Se tivermos de aprender mais alguma coisa, aprendamos. Se tivermos de fazer alguma adaptação, façamo-la. Aprimorar não é fracassar. É evoluir. E só evolui quem tem a coragem de tentar.

Uma Leitura da Aura ajuda a situar. O Coaching Pessoal a traçar o mapa. E o Reiki a tranquilizar.

Abraços bons.