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tampas

O nosso inconsciente está cheio de tampas. Com elas escondemo-nos daquilo que não queremos ver, protegemo-nos de perigos que não queremos enfrentar. Adormecemos para momentos que receamos viver.

Há tampas que vamos tirando lentamente ao longo da vida. A vontade profunda de alcançar algo impele a que façamos frente a fantasmas antigos. E nesse caminho, umas tampas vão desvendar outras tampas que se manifestavam em ilusões. Ou seja, à medida que procuramos clareza e verdade sobre partes nossas que nos fragilizam, vamos descobrindo as situações e as relações com as quais estávamos iludidos. Outras tampas se levantam, afastando véus e buscando o sol.

São momentos dolorosos, mas absolutamente necessários para vivermos em paz e conscientes de quem somos, do lugar que ocupamos no mundo e do legado que queremos deixar na Terra.

Nem todas as tampas são para destapar. Algumas podemos escolher aceitar viver com elas. Contornando-as, respeitando-as. Aceitando que fazem parte de quem somos.

Agora, outras, aquelas que nos estão nitidamente a boicotar a vida, é bom que as enfrentemos, como heróis que podemos ser. E somos.

Se queremos falar em público ou subir a um palco e a timidez sempre foi um obstáculo, está na hora de destapar essa tampa. Ao faze-lo, encontramos pequenas tampas em pessoas que reforçam a ideia de que não somos capazes, locais que não nos constroem.

Se queremos encontrar o amor, é importante destapar a tampa dos traumas que nos impedem de confiar no outro. Encontraremos outras pequenas tampas expressas em amigos manipuladores ou situações abusivas.

Se queremos um trabalho mais compensador, talvez devamos saber qual a tampa que nos impede de dar um passo. O medo? A inércia? A falta de confiança? Outras tampas ficarão nítidas e assim chegaremos a uma ação concreta, conciliadora e certeira.

Destampar, enfrentar, clarificar, limpar. E então sim, libertar. Em nome de um bem muito mas muito maior. A inspiração que vamos deixar na terra. E a felicidade de nos sentirmos à altura dos nossos sonhos.

A Leitura da Aura identifica a tampa e limpa o terreno. O Reiki dá-nos coragem para a aventura. E o Coaching descobre as ferramentas escondidas que nos ajudarão a chegar ao nosso destino.

Que esta semana que se aproxima, possa cada um de nós identificar as suas tampas limitadoras. Dar-lhe um nome. E então partir à aventura. Na decisão já ganha força. Na atitude, supera-se. E quando chegar o grande momento, compreenderá que terá valido a pena.

Abraços luminosos.

poder-pessoal

A nossa vida está cheia de pontos finais. De uma forma ou outra, todos enfrentamos na vida momentos em que temos de tomar decisões que são tudo menos fáceis. Decidir que uma relação chegou ao fim é complicado e exige uma enorme coragem. E essas roturas podem ser de ordem amorosa, familiar ou até de amizade.

Acabar com uma situação que não nos faz bem traz necessariamente sofrimento. Dele não nos livramos. E isso não nos torna fracos. Bem longe disso. Optar por nos salvarmos, resgatar a nossa auto estima, dignidade, voltar a assumir o comando da nossa vida, perdido há muito tempo, requer uma força gigante. Porque o fazemos, com as pernas bambas. Com o coração a sangrar. Com o nosso mundo de pernas para o ar. Mas fazemos, porque sabemos que merecemos isso. É uma questão de honra.

Então há que aceitar a fragilidade como uma etapa necessária nestes processos. As nossas rotinas foram todas alteradas. Aquilo que julgávamos seguro, abalou. Mas com o tempo, verificamos que o barco onde navegávamos, há muito que estava furado. Estávamos a afundarmo-nos e não nos dávamos conta.

Há pois que ter cuidado com os sentimentos de culpa e auto-insultos. Se acreditámos, se amámos, se insistimos foi porque tínhamos uma razão para isso. Não resultou, mas pelo menos, vivemos. E isso é muito importante. Lutar até ao fim por alguém em quem um dia apostámos, chama-se Amor. E ele deve ser defendido, claro que sim. Se correu mal apesar de todas as tentativas, há que entregar as armas com a certeza de que se fez tudo aquilo que era possível ser feito. E a paz virá dessa certeza, no momento certo.

A tristeza dará lugar à determinação. A revolta, à atitude. E a coragem com que se enfrentar isso tudo, dará um dia lugar a um orgulho enorme, por sentirmos que, no momento certo, nos salvámos.

A Leitura da Aura pode ser um grande empurrão nesta fase, relembrando-nos dos nossos recursos adormecidos por falta de uso. O Reiki o mimo que nos envolve enquanto nos sentirmos sem força. E o Coaching Pessoal, ajuda-nos a reposicionar, conhecendo-nos melhor e descobrindo a nossa força renovada.

Se esta for a sua fase, deixe sair a dor até ao fim. Não está a ser fraco. E se já o devia ter feito antes, não se zangue consigo. Fê-lo com o coração. Tudo bem. Agora há que arrumar tudo no sítio. Noutros sítios, se tiver de ser, até que se levante de novo. A força e a fragilidade caminham juntas, de mãos dadas. Apoiando-se uma na outra, uma e outra vez. E vão ser elas, as duas, que um dia que desejo ser breve, lhe vão mostrar o tesouro valioso que afinal estava tapado. Então sim, saberá que valeu a pena.

Abraços luminosos.

girassol

Há flores que crescem em silêncio. Discretas, quase que passam despercebidas.

Mas, com boas raízes, continuarão apesar de tudo, a crescer fortes.

Elas sabem o tamanho que querem ter. É uma luta que por vezes as faz chorar. Mas as suas lágrimas ainda as alimentam mais e mais.

Até ao dia em que se tornarão tão especiais que o mundo acordará com elas.

Então algo mudará em cada coração que se deixar tocar. Nesse preciso momento elas saberão que terá valido a pena.

Um dia cheio de coragem para todos os sonhadores.

Abraços luminosos.

careta

Há alturas na nossa vida em que estamos felizes. Aconteceu-nos algo muito bom. Lutámos por um objetivo e chega o momento do retorno. Conseguimos um bom emprego. Um aumento. Uma nova relação promissora. Uma boa nota num exame. Uma parceria importante. Um bom negócio. Estamos apaixonados, entusiasmados, eufóricos. Sentimo-nos poderosos, excitados, criativos.

Então queremos partilhar tudo isso com as pessoas de quem mais gostamos. Ora, acontece por vezes a nossa alegria ser acolhida com indiferença. Então aquele momento tão especial cai por terra como que por magia. Queremos ser valorizados. E elas simplesmente estão tão absorvidas com as suas vidas por resolver que simplesmente não querem saber. Gostariam de querer, mas de facto a frustração parece ser tanta que não conseguem mais do que um simples esgar, acompanhado por umas palavras vazias de côr e movimento.

Todos nós já estivemos nos dois lados da história. Não adianta negar. Nem sempre conseguimos estar felizes pelos outros. Podemos fingir que sim, mas o coração nem sempre está em sintonia. E, de alguma forma, isso deve ser sentido, se a outra pessoa estiver atenta.

Então o leitor pode pensar: Então que faço eu? Calo-me? Festejo com o gato ou o cão? Ou bebo uma garrafa de vinho sozinho num copo de pé alto e brindo com as paredes?

Nem pensar. Nada disso. Há sempre alguém com quem festejar. Mas convém que seja uma pessoa que realmente tenha capacidade de reconhecer essa felicidade. Porque já a sentiu e por isso nos acompanha. E esse alguém também gosta de nós. Pode é não estar tão próximo.

É muito importante estarmos com as pessoas na vibração em que nos encontramos. Caso contrario, perdemos energia. Podemos sim, dar a notícia, mas sem esperar mais do que aquela pessoa é capaz de dar. E nós sabemos muito bem, mas iludimo-nos na esperança de uma surpresa que não acontece nunca. Deixemos a celebração para as pessoas certas. Então sim, sentimo-nos vivos e poderosos.

A Leitura da Aura ajuda-nos a perceber onde perdemos força. O Reiki a equilibrar a nossa energia. E o Coaching Pessoal a contar a nossa história de uma forma revitalizante.

Seja qual for o seu lado da história, saiba que tudo é uma fase. E que em cada uma delas, estamos sempre a recolher pedaços de nós que nos constroem e nos desvendam. Não há certo nem errado. Há opções. Escolhemos o amor ou a raiva? A inveja ou o incentivo? A frustração ou a resiliência? Confiamos em nós ou entregamos as armas?

Possa cada um de nós esta semana tomar consciência onde está neste momento. E agir. Celebrando a vida ou cuidando para que ela faça mais sentido. E tudo isto sempre, mas sempre com um sorriso.

Abraços luminosos.

sinais

Já lhe aconteceu ser convidado para ir a uma festa que quer muito ir, mas no próprio dia fica doente, o carro avaria ou surge um outro problema inesperado que o impede de ir à festa? Provavelmente, o leitor pensará que se calhar era para não ir. Talvez. Mas nem sempre os sinais se traduzem de uma forma assim tão simples.

Por exemplo, pegando no mesmo exemplo. De facto, gostava muito de ir àquela festa. Mas será que não haveria uma parte sua que estava com medo? Ou por não ter a roupa adequada, ou por receio de não estar à altura dos convidados. Ou porque queria obrigar-se a sair, quando de facto a sua vontade vontadinha era de ficar em casa a ver um filme. Já pensou nisso? Muitas vezes nós queremos muito, mas temos medo, seja lá do que for. Ou não nos apetece assim tanto. E impedimos o acesso àquilo que aparentemente é para nós.

Então, será que o sinal é para não ir? Ou será que é para a urgência de cuidarmos de nós, para não boicotarmos constantemente a nossa vida?

Os sinais estão longe de serem lineares. O veredicto está sempre nas profundezas da nossa alma que conhece a fundo os nossos receios.

Acontece muitas vezes também, nomeadamente em cursos de Reiki, a pessoa ser quase impedida de ir. Quer trabalhar a sua energia e algo acontece que contraria os seus desejos. Se ela deixar. Quando se trata de energia, acontecem muitas vezes os testes. “Queres mesmo? Mesmo mesmo mesmo? Então vamos lá ver se é mesmo assim”.

Lembro-me dos meus primeiros tempos como terapeuta em que parti o braço. Tornava-se difícil fazer Reiki naquelas circunstâncias. Ainda para mais, estava no início e era só mesmo isso que eu fazia. Na altura achei um castigo. Não percebia o que Deus me estava a fazer. Que timing! Será que queria que eu desistisse? Perguntei ao meu coração e ele foi muito firme: Não! Mas precisava de conhecer melhor o alcance desta terapia através da minha própria experiência. E assim que compreendi isto, a minha recuperação acelerou. E o que eu aprendi!! Foi a melhor coisa que me aconteceu. Se aquele incidente não se tivesse dado, hoje estaria a fazer outra coisa. Nem imagino bem o quê.

Já tive uma cliente que veio a um curso a coxear. Na véspera tinha torcido o pé. Veio de longe, e mesmo assim decidiu vir. No caso dela, fortaleceu-a a sua teimosia. Tornou-a mais segura e decidida.

Portanto, quando um obstáculo acontece entre você o o seu desejo, páre por uns minutos. O que está a acontecer? Será que me estou a boicotar por medo? E se sim, deverei enfrenta-lo ou cuidar dele de uma outra forma? Ou será que é mesmo para não ir por ali? A alma saberá, porque um sinal nunca vem só. Dá-nos vários indícios que devemos explorar.

Acima de tudo, sinta. Sinta bem fundo. A decisão será sempre sua. E estará sempre tudo bem.

Abraços luminosos.

eu

Meus querido seguidores no Brasil, Américas e Áfricas.

Finalmente consegui!!!

Tenho o prazer de vos informar que neste momento já foram resolvidos todos os problemas técnicos que dificultavam os pagamentos fora da Europa. Tudo testado, tudo a fluir, finalmente.

Estou pois disponível para o agendamento de Leituras da Aura e Coaching para todo o Mundo, tal como me têm pedido.

Abraços entusiasmados e muito muito luminosos.

Sofia

Tenho o prazer de vos apresentar a minha crónica para a revista Sábado, relativa ao mês de Março.

Esta dedico a todos aqueles que têm de acompanhar pais ou mães doentes. Tem o título “Quando o sacrifício nos descobre“.

Podem ter acesso ao artigo completo carregando AQUI.

Abraços luminosos.